Se você ainda não curtiu, curta o FCS Brasil no Facebook:
O IRMÃO FANFARRÃO
Em depoimento a Polícia Federal, Luiz Eduardo de Oliveira e Silva, irmão do ex-ministro José Dirceu, negou que tenha recebido propina enquanto o petista estava preso em virtude do processo do Mensalão. Os investigadores reforçam que o político recebia parte dos valores do esquema criminoso mesmo depois de ser condenado pelo STF. Para isso, afirmam a PF e o MPF, Luiz iria até as empresas que tinham contrato com a JD Assessoria e Consultoria, para cobrar parte do dinheiro. (As informações são da Folha de Londrina).
Segundo o advogado Roberto Podval, Luiz Eduardo esclareceu que não solicitou o pagamento de propina, mas que pediu ajuda porque estava numa situação financeira ruim desde que Dirceu tinha sido preso. Também ressaltou que todos os valores recebidos pela empresa JD e por seus sócios foram declarados e que tudo está contabilizado. "Ele foi pedir ajuda para pessoas com quem já tinha trabalho e empresas que tiveram contratos com a JD. O Luiz explicou que o Zé estava preso e que ainda não tinha encerrado as atividades da empresa porque não tinha dinheiro", afirmou o defensor.
Podval ressalta que a oitiva foi esclarecedora e que espera que seu cliente deixe a carceragem da PF hoje, quando vence o prazo de prisão temporária. "O Luiz ficou horas tentando esclarecer com a intenção de não precisar ficar na prisão. Espero que isso seja reconhecido até porque se isso não for reconhecido pela Justiça, tanto faz as pessoas ficarem caladas ou ajudarem", disse.
Segundo o advogado Roberto Podval, Luiz Eduardo esclareceu que não solicitou o pagamento de propina, mas que pediu ajuda porque estava numa situação financeira ruim desde que Dirceu tinha sido preso. Também ressaltou que todos os valores recebidos pela empresa JD e por seus sócios foram declarados e que tudo está contabilizado. "Ele foi pedir ajuda para pessoas com quem já tinha trabalho e empresas que tiveram contratos com a JD. O Luiz explicou que o Zé estava preso e que ainda não tinha encerrado as atividades da empresa porque não tinha dinheiro", afirmou o defensor.
Podval ressalta que a oitiva foi esclarecedora e que espera que seu cliente deixe a carceragem da PF hoje, quando vence o prazo de prisão temporária. "O Luiz ficou horas tentando esclarecer com a intenção de não precisar ficar na prisão. Espero que isso seja reconhecido até porque se isso não for reconhecido pela Justiça, tanto faz as pessoas ficarem caladas ou ajudarem", disse.
O FILHO ESPERTALHÃO
A Polícia Federal cogita investigar as doações eleitorais recebidas pelo deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR), filho do ex-ministro José Dirceu, para saber se recursos repassados por operadores do petrolão tiveram origem no esquema de corrupção investigado na Operação Lava Jato. De acordo com o ex-executivo da construtora Engevix Gerson Almada, investigado na Lava Jato, o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e o lobista Milton Pascowitch pediram que a empresa fizesse doações a petistas, entre os quais Zeca Dirceu. Leia mais em Veja.
Uma foto de Zeca Dirceu, com Zé Dirceu e o preso André Vargas, nos tempos do mensalão
===
Nenhum comentário:
Postar um comentário